quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Audiência Pública – Protagonismo Juvenil

A Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente informa que será realizada uma audiência pública para discutir e debater o tema Protagonismo Juvenil.


segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Projeto Transformando em arte invadiu o Castelo de Grayskull

Dj Raffa e Fernando Neto
No domingo passado voluntários da comunidade, da Secretária de Estado de Juventude do DF e de varias tribos e manifestações culturais invadiram o espaço apelidado de "Castel de Grayskull" para começar um mutirão de limpeza e revitalização do espaço.
O lugar que fica na QNM 13, era utilizado por usuários de Crack e será um grande centro cultural e de referencia para a juventude e comunidade da Ceilândia.

Veja a materia que saiu no Jornal de Brasília no link abaixo:




  

https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B_KgmkYiHtM1ZTg5YzA5ZmMtOWU0YS00N2FjLWE4MjctN2ExMjIwOTQ0ZGJh&hl=en_US

Abaixo algumas fotos do evento:

Dj Raffa e Dj Jamaika

Dj Raffa e Dj Jamaika

Marquinos Tropa e sua esposa, Dj Raffa e Jamaika

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Transformando em Arte

Mutirão Transformando em arte. Vamos comparecer e invadir os espaços em nome da Cultura! Compareçam!!!!!
 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Ponto de Cultura Caminhos Áudiovisuais

EDITAL DE SELEÇÃO E 
CONTRATAÇÃO PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

A Associação Cultural Claudio Santoro entidade privada sem fins lucrativos, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob o nº. 00 628.833/0001-00, com sede na SEPN 509 Bloco D Loja 05 Ed. Isis - Asa Norte - Brasília DF - CEP: 70750-540, em atendimento ao disposto no Convênio nº. 015/2010 Processo nº 0150-000031/2010, celebrado com a Secretaria de Estado de Cultura do DF, torna público a realização do processo seletivo simplificado para contratação de pessoal que ficará vinculado ao projeto "Caminhos Audiovisuais".


Link:
http://caminhosaudiovisuais.blogspot.com/2011/07/edital-de-selecao-cotacao-previa-012011.html

Lecitação para Cotação Previa Nº01/2011 

A Associação Cultural Claudio Santoro, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob o nº. 00 628.833/0001-00, com sede na SEPN 509 Bloco D Loja 05 Ed. Isis - Asa Norte - Brasília DF - CEP: 70750-540, torna público, para o conhecimento dos interessados, que realizará uma Cotação Prévia, tipo Menor Preço, para aquisição de material  permanente de audiovisual no âmbito do Convênio 015/2010 Processo nº 0150-000031/2010, celebrado com a Secretaria de Estado de Cultura do DF.


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Atitude Feminina e Proverbio X


O grupo Atitude Feminina há muito tempo tinha um grande sonho de ter uma musica em parceira com o Provérbio X. Um dos grupos de rap evangélicos mais atuantes e respeitados no cenário nacional. Mais a amizade entre os dois grupos e o produtor Dj Raffa que já havia produzido alguns discos do Provérbio X fizeram esse sonho acontecer. Raffa levou muito tempo até ter a inspiração certa para fazer o arranjo da base e o "beat" certo para que os dois grupos se inspirassem e compusessem as suas rimas. Nasceu assim "Direitos abstratos". Um hino aos "Direitos Humanos". Segue abaixo o link com a musica.

Produção musical: Dj Raffa
Riscos: Dj Regis
Rimas : Isaías Junior e Hellen
Vocais: Isaías Junior, Hellen e Aninha Atitude.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dj Raffa


Elas fazem bonito!

Nasce a Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop (FNMH2), uma organização só delas, com muitas ideias para debater e um grande espaço para conquistar, sem criação de estereótipos ou convenções e com o toque feminino, a proatividade e a afetividade que lhe são peculiares.

 
B.Girls: The Power Dance
As mulheres do Hip Hop: Rubia, Sharylaine, Lunna, Ed Weller e Malu Viana
Uma das grandes questões de qualquer nova organização é a adesão de novas militantes e, no caso da FNMH2, de como uma mulher comum pode atuar nessas frentes. A ativista atual tem à disposição a tecnologia a seu favor, o grande problema é que uns têm acesso, outros não. “Com a tecnologia a gente consegue chegar mais longe, fazer intercâmbio com os Estados, porém, temos dificuldades, porque muitos dos ativistas do hip hop ainda estão longe dessas tecnologias”, explica Sharylaine. A rapper ainda lembra que muitas ativistas do passado foram buscar informação e formação. “Isso fez com que a gente andasse por outros espaços.” Mas adesão de novas militantes é sempre difícil, segundo Sharylaine. “Tanto atrás, como agora, são poucas as que participam. Essa coisa do ativismo não é para a massa, mas a mulher comum pode participar indo aos eventos gratuitos em que a participação dos filhos é incentivada. “Quando a gente faz uma discussão de violência contra mulher, trazemos históricos, depoimentos e informações como onde procurar casas de acolhidas, por exemplo. Sempre tem alguma coisa que a mulher comum se identifica”, ressalta.
Certo mesmo é que dá sim para unir as atividades do cotidiano com o ativismo. Nos eventos da FNMH2, não são apenas pessoas ligadas ao hip hop que participam. Tem jornalistas, advogadas, artistas, educadoras, pedagogas... São várias mulheres que contribuem para a discussão de temas ligados a elas, direta ou indiretamente. Para Rubia, é nítida a diferença entre a militante do passado e a de hoje. “É a quantidade de informação e preocupação de conhecer a história do movimento, porque você não é nada sem história”, diz, com ênfase; Já a carioca Ed Wheller, de 39 anos, que começou no rap faz uma década com o grupo As Damas do Rap, enxerga como a sua geração influenciou a atual. “O amadurecimento de ativistas antigas desperta na nova geração a vontade de procurar interpretar o que está sendo colocado à sua frente. A mulher de hoje cobra ser ouvida e ter um papel na sociedade que não se restringe a dona de casa, mãe e esposa. Agora, faz parte de qualquer uma ser ativista no seu cotidiano. Quem busca o ‘algo a mais’, sempre está engajada em uma causa que acredita”, explica.
Riska e sua oficina de grafiti
Informação e engajamento
Como citado no início da matéria, as “meninas” da Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop têm outras preocupações, além dos caminhos que o movimento pode tomar com uma maior participação delas. Na verdade, está tudo interligado. “Nosso foco são temas relacionados ao que vivenciamos: violência contra mulher, homofobia, o aumento da AIDS entre mulheres casadas, doenças sexualmente transmissíveis, mãe solteira...”, conta Ed Wheller. Problemas graves da nossa sociedade que elas enfrentam com força e determinação, mas sempre com pé na realidade. “Não adianta fazer de conta que está tudo bem. Nossa preocupação é que a informação chegue principalmente às adolescentes da periferia. Os temas não são agradáveis, mas se fazem necessários. As meninas vêm em nossas palestras porque elas ouvem aqui o que não ouvem dentro de casa, nem na escola. Estamos no século 21, mas as cabeças, estas ainda estão pequenas. E não é por falta de informação, é por comodismo mesmo” reforça a rapper Rubia. Informação e educação caminham lado a lado e, nesse contexto, o hip hop se mostra como uma importante ferramenta, principalmente para jovens e mulheres. É preciso também, saber claramente o que é o hip hop no Brasil. Malu Viana alerta para as falsas propagandas dos clipes internacionais de rap que, de certa forma, influenciam muita gente e deturpam a visão do movimento. “O hip hop não é isso, fama, dinheiro, cordões de ouro. No Brasil a história é bem diferente. O hip hop brasileiro foi resignificado com uma construção política e social.”
As atividades das mulheres dentro do hip hop acontecem faz muitos anos, mas somente depois da criação do site Mulheres no Hip Hop (www.mulheresnohiphop.com.br), em 2004, é que a FNMH2 começou a tomar forma e a realizar eventos, culminando, em 2010, na realização do I Fórum de Mulheres no Hip Hop, realizado em Carapicuíba, em São Paulo. No evento, mulheres de mais de oito estados brasileiros formataram uma carta de intenções. Desde então, foram criadas representações em várias cidades, coordenadorias nos estados, direção nacional e o estatuto. Já são 14 estados participantes. A Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop é composta por coletivos femininos, grupos de rap, Djs, B. Girls, grafiteiras, escritoras, produtoras culturais e simpatizantes que contribuem com a organização. A filiação não tem custo algum.
Fonte: Revista Raça Brasil